Como proteger pastas do seu site com autenticação HTTP

A autenticação HTTP é um tipo de autenticação básica disponível na maioria dos servidores web. Através dela, você pode liberar o acesso aos arquivos de uma determinada pasta de seu site apenas para pessoas cadastradas com um nome de usuário e senha válidos.

Cabe lembrar que linguagens de servidor, como PHP, oferecem um método mais eficiente de proteger o acesso de áreas do seu site através de cookies e variáveis de sessão, mas você pode, assim mesmo, utilizar a técnica que será apresentada aqui. Ela funciona, inclusive, em provedores que oferecem apenas hospedagem básica em HTML, sem acesso a qualquer tecnologia server-side.

Neste exemplo, vamos demonstrar como criar a autenticação usando o servidor Web Apache.

Passo 1: Modificando o arquivo .htaccess

Os arquivos .htaccess ficaram bastante conhecidos recentemente por causa das chamadas URLs amigáveis e todo essa história de Web 2.0, mas eles servem para bem mais do que deixar suas URLs bonitinhas.

A primeira coisa que você tem que fazer é criar a pasta que você quer proteger. Dentro dessa pasta, coloque (por exemplo: envie por FTP) um arquivo .htaccess com este conteúdo:

AuthType Basic
AuthName "Documentos secretos"
AuthUserFile /home/andre/public_html/teste/.htpasswd
Require valid-user

Aqui as linhas que devem ser modificadas são a segunda e a terceira. Na segunda linha, você vai colocar, entre aspas, o texto que vai aparecer na janela que vai pedir a senha, neste exemplo: Documentos secretos.

Na terceira linha, você vai informar o caminho completo de um arquivo chamado .htpasswd , que é o arquivo que vai armazenar os nomes de usuário e senhas válidos. Se você não sabe qual é o caminho completo, pergunte ao seu provedor de hospedagem ou veja no seu CPanel ou outro sistema de administração, se disponível; O importante é que o arquivo .htpasswd esteja no local indicado pela linha do .htaccess. Neste caso, ele está dentro da pasta teste/, que é a própria pasta a ser protegida.

Passo 2: o arquivo .htpasswd

Esse arquivo guarda os usuários e senhas que têm permissão de acessar a pasta.

Pra criá-lo, você deve utilizar o comando htpasswd como root.

Se você tem acesso ssh ao seu servidor, pode executá-lo diretamente lá; Se não tem, pode criá-lo na sua máquina e, então, enviá-lo via FTP para o local adequado.

Na primeira vez que for usar o programa, digite isso:

# htpasswd -c .htpasswd andre

Esse comando cria (-c) um novo arquivo de senhas chamado .htpasswd (ele pode ter o nome qu você quiser, apenas preste atenção ao que está escrito no .htaccess) e já adiciona nesse arquivo um usuário chamado andre. Ao pressionar enter, ele vai pedir para que você digite a senha do novo usuário duas vezes.

A opção -c cria um novo arquivo, assim, deve ser usada só uma vez. Para adicionar mais usuários, use o comando com a sintaxe a seguir:

# htpasswd .htpassword joao

Onde .htpasswd é o arquivo no qual vc deseja adicionar o usuário e joao é o nome do usuário.

Veja o que acontecerá no lançamento do Windows 7

Uma série de eventos comuns que ocorre em todos os lançamentos de uma nova versão desse sistema operacional:
1. Todos os apressadinhos correm pra comprar;
2. A imensa maioria dos usuários pirata descobre que os programas que eles já possuem não funcionam com a nova versão do Windows e resolve voltar ou continuar com a versão anterior;
3. A imensa maioria dos usuários pirata descobre que os hardwares que eles já possuem não funcionam com a nova versão do Windows e resolve voltar ou continuar com a versão anterior;
4. A imensa maioria dos usuários pirata descobre que a nova versão do Windows é mais pesada e exige uma quantidade absurda de memória, processamento e espaço em disco e resolve voltar ou continuar com a versão anterior;
5. A Microsoft lança um service pack que resolve todos esses problemas e a imensa maioria dos usuários pirata fica contente porque agora seus hardwares e softwares funcionam e o sistema é mais leve e passam a adotar a nova versão do Windows lentamente.
6. APESAR DE VIVER CERCA DE SEIS MESES com incompatibilidades de hardware e software causadas pela nova versão do Windows, a imensa maioria dos usuários pirata continua afirmando que é o Linux que não é compatível com a maior parte dos hardwares e softwares existentes.

Como limpar o teclado de seu computador

Higiene é algo fundamental em qualquer ambiente, seja em casa ou no ambiente de trabalho. A sujeira pode estragar aparelhos eletrônicos e trazer microorganismos que fazem mal à saúde humana.

O teclado do computador é um dos periféricos que mais atrai sujeira, principalmente por causa de sua grande utilização. Pó, farelos, resto de comida, caspa e fios de cabelo são comumente enconrados nas entranhas desse periférico. Portanto, é necessário limpá-lo periodicamente para garantir seu perfeito funcionamento e a saúde de seu usuário, principalmente se esse tiver rinite alérgica ou outra alergia. Como hoje é feriado e não há nada para se fazer, resolvi limpar o meu.

Muitas pessoas pensam que basta passar um paninho na superfície do teclado e a limpeza está feita mas, na verdade, a verdadeira sujeira está escondida entre e debaixo das teclas.

Após passar um pano sobre as teclas, vire o teclado de cabeça para baixo e dê umas leves palmadinhas em suas costas; isso vai fazer com que grande parte da sujeira e dos fois de cabelo que estão entranhados no meio das teclas caiam. Sugiro que você coloque um pano abaixo do aparelho para recolher a sujeira e ver como ela se acumula em grande quantidade.

Dar palmadas nas costas é suficiente para uma limpeza semanal, mas não faz a limpeza completa. Uma vez por mês, no mínimo, remova as teclas e limpe a superfície protetora conforme instruções a seguir:

Materiais necessários: 1 tesoura sem ponta e 1 pincel de pintar com têmpera, tamanho médio. Você encontra isso em qualquer livraria a um preço muito baixo.

Modo de fazer:

  1. Desconecte o teclado do computador e leve-o para um local plano, seco e limpo;
  2. Segure uma tecla na parte superior e inferior com o indicador e o polegar respectivamente;
  3. Insira a tesoura em ângulo reto na parte direita da tecla;
  4. Cuidadosamente, incline a tesoura em sentido horário.
  5. Este procedimento irá remover a tecla. Faça isso com as demais.

Ao remover as teclas, você poderá ver a verdadeira imundície que se acumula debaixo delas. A sujeira estará localizada em maior quantidade no centro do teclado alfanumérico, que compreende as teclas mais utilizadas. Após remover as teclas, passe o pincel sobre a superfície para remover a sujeira. Quando o teclado estiver limpo, recoloque as teclas.

Dificuldades nesta operação

A maior dificuldade que pode ocorrer é lembrar-se da ordem correta das teclas na hora de recolocá-las. Para resolver isso, é recomendável que você tenha um outro teclado, preferencialmente igual ao seu, que você poderá tomar como referência na hora de recolocar.

Se você não tiver outro teclado disponível, faça como eu: remova apenas uma fileira de teclas e coloque-as em ordem em um lugar seguro; após realizar a limpeza do lugar de onde elas foram retiradas, com o pincel, recoloque-as no periférico e, a seguir, remova a fileira seguinte.

Outra dificuldade pode ocorrer no momento de remover as teclas; De fato, nem todos os teclados oferecem teclas fáceis de serem removidas. Assim, você deve tomar muito cuidado ao remover as teclas. Pode ser que algumas delas saltem no momento de sua remoção. Nesse caso, recolha-a e coloque-a junto com as demais.

NUNCA utilize água ou álcool para limpar seu teclado, pois essas substâncias podem danificar os circuitos eletrônicos do mesmo. Lembro até hoje que, certa vez, quando estava na quarta série, nossa aula de Informática foi cancelada porque os teclados não estavam funcionando. Na época, as “tias” da limpeza passaram álcool nos teclados dos potentes 486 da HP que a escola tinha e, então, tornou-se impossível digitar quaisquer coisas.

Após recolocar as teclas no lugar, reconecte o teclado e ligue o computador; Abra um editor de textos qualquer e digite alguma coisa para ver se as teclas estão, realmente, no lugar e funcionando.

Após fazer isso, você perceberá que as teclas ficarão mais macias e o ato de digitar, mais agradável. Sua saúde e seu computador agradecem.

As 10 maiores mentiras contadas pelos clientes

O mercado de webdesign e informática é muito promissor e atrai gente jovem. Se você está começando, tome cuidado quando ouvir alguma das desculpas abaixo:

1. Faça esse de graça que no próximo a gente se acerta.
Todo freelancer cai nessa quando faz o 1º trabalho, mas o 2º nunca vem. Ainda tem a desculpa: “é só para saber se você é bom mesmo”.

2. Pago quando receber a versão final.
Clientes antigos e confiáveis até podem ter essa liberdade, mas novos clientes… Vide o item 5. E mesmo que termine, pode dizer que não quer mais. E aí? Foi tempo perdido. Por isso contratos são indispensáveis.

3. Esse trabalho vai te dar muita visibilidade e gerar inúmeros negócios novos.
Isso pode até ser verdade de fato. O problema é que essa frase geralmente é usada como argumento para baixar (e muito) o preço. Se você já começa fazendo um mal negócio, as indicações chegarão querendo um acordo semelhante.

4. Bom, não sei se vou fazer o trabalho com você, mas deixe aqui seu material que vou conversar com meu parceiro/investidor/esposa/clero.
Duas situações possíveis: você não está falando com quem toma a decisão na empresa, ou você acaba de prestar consultoria para um concorrente. No primeiro, tente sempre falar com quem toma as decisões, caso contrário um telefone sem fio acontece e sua defesa já era. No segundo, o cliente liga para um concorrente seu e barganha preço, que vai poder cobrar mais barato, pois todo o trabalho criativo você já fez. Não deixe nada que você gastou horas para fazer na mesa alheia.

5. O trabalho não foi cancelado, só adiado. Mas em um mês ou dois eu entro em contato.
Resultado do segundo item. Pode ser uma desculpa para não pagar pelo trabalho feito até então. Se bater a curiosidade, ligue em 2 meses para descobrir quem ficou no seu lugar.

6. Pra quê contrato?
Para se resguardar de metade dos itens aqui listados.

7. Mande-me a conta quando o trabalho for veiculado.
Mentira para publicitário, não para webdesigners. Com o 1º a veiculação vem depois que o trabalho terminar, logo, deve ser pago. Com o 2º isso não acontece, pois depois que o site está no ar pode precisar de adaptações pelas exigências do servidor ou problemas de renderização.

8. O último cara fez isso por tantos reais.
Se o último cara fosse bom o suficiente o cliente não estaria conversando com você agora, não é mesmo? Cobre um preço justo e segure-o. Parasitas sempre irão existir em qualquer mercado, mas se o seu preço reflete a qualidade do seu trabalho, mantenha-o.

9. Nós só temos tanto para gastar.
Menos dinheiro, menos trabalho. Não abandone um cliente porque ele não tem o quanto você está cobrando, mas reduza os recursos. Aquela área inovadora que demorava 3 meses para fazer talvez possa esperar mais um pouco.

10. Estamos com problemas financeiros. Nós dê seu trabalho que assim que ganharmos dinheiro com ele te pagamos.
Já ouvi muita história sobre isso. Isso é, no mínimo, uma aposta com MUITAS chances de se perder. O cliente pode até de fato ganhar muito dinheiro com seu trabalho, mas como você vai saber? Você não tem controle sobre as finanças da empresa. Não sabe o quanto eles estão gastando e quanto estão perdendo. E você também tem suas próprias contas para pagar.

Créditos a Rafael Dourado

Desligando o computador após fazer download de um arquivo

Dica rápida para quem quer desligar o micro depois de baixar um arquivo: crie um novo arquivo com esse conteúdo:

#!/bin/bash
wget -c http://url/para/seu/arquivo
halt

Rode-o como root ou, se preferir e sua distro suportar, substitua a última linha por sudo halt.

Quem está certo e quem está errado?

Responda rápido: quanto é 1 * (0,5 – 0,4 – 0,1) ?

Se você fez as contas, deve ter chegado a 0. Não é isso que o Excel pensa:

Aparentemente, o BROffice usa-se da premissa matemática e nos fornece um resultado real, o que faria o Excel fornecer uma resposta errada.

Mas como a Microsoft não pode ficar para trás, os winusers argumentam que isso ocorre devido à norma IEEE 754, que regulamenta como os programas de computador devem tratar números com ponto flutuante. O resultado seria apenas o fruto da conversão dos números da base decimal para a base binária. Há argumentos que a própria ajuda do Excel traz essa conta como exemplo para esse padrão.

Depois de 1985, todos os processadores passaram a adoptar uma convenção para a representação de números em vírgula flutuante que é definida pela norma 754 do IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers).

Esta norma utiliza os mesmos princípios da representação do PDP-11, com a diferença de assumeir mantissas com valores absolutos maiores ou iguais a 1 e inferiores a 2, isto é, na forma 1.000etc até 1.111etc

Assim, a vírgula está agora à direita do bit escondido, o dígito mais à esquerda da mantissa, que não precisa de ser representado, por estar sempre a 1.

A norma define dois tipos de representação: a de precisão simples utiliza uma palavra de 32 bits (como o PDP-11) e a de precisão dupla utiliza uma palavra de 64 bits. Há ainda uma outra representação, com maior precisão, dita estendida, com uma palavra de 80 bits. (http://www-asc.di.fct.unl.pt/~jcc/asc1/Teoricas/a12/node5.html)

E se você acha que é algo relacionado ao software proprietário, saiba que o Octave, software livre para cálculos científicos similar ao MatLAB, apresenta o mesmo resultado.

Além disso, ao fazer esse mesmo cálculo na calculadora do GNOME, obtem-se o resultado -0. Como sabemos, -0 não existe, pois o 0 é um número neutro. Segundo a Wikipedia, -0 pode representar tanto um número negativo arredondado para zero ou um número que esteja se aproximando de zero vindo da direção negativa.  Na computação, ainda segundo o artigo da Wikipedia, o uso de -0 pode servir para precisão numérica em problemas críticos.

Enfim, qual sua opinião? Quem está certo? Quem está errado? Será que a Matemática deixará de ser uma ciência exata?

Agradecimentos as comunidades Linux vs. Windows e PHP Brasil. Veja mais informações sobre a IEEE 754 na Wikipedia.